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Sinapses imunológicas são junções organizadas entre células T e APCs compostas por um anel de adesão, o cluster periférico de ativação supramolecular (pSMAC), e um cluster central de receptores de células T, o cluster central de ativação supramolecular (cSMAC). Nos linfócitos T citotóxicos CD8(+), a sinapse imunológica é considerada fundamental para facilitar a morte específica, confinando agentes citotóxicos na fenda sináptica. Investigamos a interação de CTLs humanos e células T auxiliares com bicamadas planas suportadas contendo ICAM-1. Este substrato artificial fornece ligantes idênticos para células T CD4(+) e CD8(+), permitindo uma comparação quantitativa. Descobrimos que linfócitos T citotóxicos formam uma junção em anel similar a um pSMAC em resposta a altas densidades de superfície de ICAM-1 na bicamada plana. MICA, um ligante para NKG2D, facilitou a formação da junção em anel em densidades de superfície mais baixas de ICAM-1. ICAM-1 e MICA são regulados positivamente nos tecidos por sinalização associada a inflamação e estresse, respectivamente. Células T CD8(+) ativadas formaram cinco vezes mais junções em anel do que células T CD4(+) ativadas. A junção em anel continha antígeno associado à função de linfócitos-1 e talina, mas não desencadeou polarização e translocação de grânulos na interface. Este resultado tem implicações específicas para o mecanismo de caça efetiva de CTL em busca de antígenos nos tecidos. Anormalidades nesse processo podem alterar a reatividade dos CTLs.
Somersalo et al. (Qui,) estudaram essa questão.