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Aqueles que apoiam um maior papel para o setor privado na entrega de serviços sociais citam evidências que indicam que organizações privadas são mais eficientes do que agências públicas. No entanto, muitas das diferenças de qualidade entre os dois tipos de organizações decorrem de diferenças na composição dos grupos de clientes que atendem; e essas diferenças, por sua vez, decorrem de regulamentações que têm o efeito de classificar os clientes dessas organizações em grupos com características socioeconômicas distintamente diferentes. O desafio é projetar as regulamentações públicas que governam os provedores privados de serviços sociais de maneira que reduza a tensão entre as demandas dos clientes por acesso e as demandas dos provedores por autonomia. A experiência do governo federal com vouchers educacionais na década de 1970 ilustra a dificuldade de atender a esse desafio.
Richard J. Murnane (Sáb,) estudou essa questão.