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RESUMO Ao reconhecer que a consciência histórica, ou "historicidade", é culturalmente mediada, vem o reconhecimento de que a periodização da história em épocas é tanto um produto da prática cultural quanto um reflexo do "fato" histórico. Neste artigo, examino as invocações populares “modernistas” de época na França rural—aqueles que postulam passados tradicionais contra presentes fluidos com futuros incertos—que os estudiosos frequentemente subordinam a análises de memória coletiva e política de identidade. Submeter esta "resposta" à modernidade francesa a uma análise temporal revela uma crítica adicional nesta periodização, uma que valoriza o tempo social duradouro sobre temporalidades processuais, com implicações para as estruturas temporais e a ideologia dos antropólogos.
Matt Hodges (Qui,) estudou esta questão.
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