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Contexto: jovens são os mais fortemente afetados pelo deslocamento devido a ações políticas/militares. Este é também um problema europeu, além de ser uma questão para a União Europeia. Aplicando o modelo social-ecológico de Bronfenbrenner, nos concentramos nos micro e mesossistemas de adolescentes austríacos e adolescentes migrantes de países afetados pela guerra. Métodos: um questionário foi aplicado a adolescentes na Áustria que frequentam escolas além da idade escolar obrigatória, resultando em uma amostra de cerca de 1.100 estudantes de origens austríacas e imigrantes. Usamos análise de variância para comparar jovens anfitriões e imigrantes, bem como análise de regressão para avaliar o impacto de fatores de risco e proteção nos resultados dos jovens. Resultados: encontramos diferenças entre os sexos para fatores de proteção e resultados dos jovens, mas poucas diferenças entre adolescentes imigrantes e austríacos. Os resultados analisados foram sintomas somáticos, ansiedade, depressão, autoestima, comportamento anti-social, uso de substâncias e desempenho acadêmico. Fatores de risco importantes revelaram-se ser conflitos intergeracionais, exposição à violência e distância social. Fatores de proteção incluem conexão familiar, monitoramento parental, conexão escolar, apoio entre colegas e apego ao bairro. Conclusões: o fator de proteção mais importante é a conexão escolar. Distância social e conflito intergeracional são os fatores de risco predominantes que influenciam os resultados dos jovens. Nossa pesquisa leva a uma melhor compreensão dos fatores que determinam o bem-estar dos adolescentes e contribui para encontrar novas abordagens para prevenir ou lidar com problemas de saúde mental de jovens imigrantes. Em particular, parece ser importante manter os jovens na educação e/ou formação, uma vez que a conexão escolar influencia positivamente a saúde mental e o bem-estar.
Buchegger-Traxler et al. (Sun,) estudaram essa questão.
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