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Este artigo apresenta uma análise empírica das diferenças de rendimentos entre imigrantes hispânicos masculinos nos Estados Unidos. A principal conclusão do estudo é que existem grandes diferenças na taxa de mobilidade econômica entre os vários grupos hispânicos. Em particular, a taxa de progresso econômico dos imigrantes cubanos supera a de outros grupos hispânicos, resultado em parte do fato de que os imigrantes cubanos investiram mais na educação nos EUA do que outros imigrantes hispânicos que chegaram a este país ao mesmo tempo. O autor conclui que essas descobertas são consistentes com a hipótese de que refugiados políticos enfrentam custos de imigração de retorno mais altos do que os imigrantes "econômicos", e, portanto, os primeiros têm maiores incentivos para se adaptar rapidamente ao mercado de trabalho dos EUA.
George J. Borjas (qui,) estudou essa questão.