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Contexto Estudantes do primeiro ano frequentemente enfrentam desafios ao fazer a transição do ensino médio para a faculdade, o que pode elevar os níveis de depressão, ansiedade e estresse. Esse fenômeno é particularmente pronunciado nas escolas de medicina, onde a atmosfera acadêmica geral é amplamente considerada excepcionalmente exigente e estressante. Objetivos Examinar o efeito indireto do comportamento sedentário na relação entre phubbing e depressão, ansiedade e estresse de estudantes de medicina do primeiro ano. Métodos Este estudo conduziu uma pesquisa transversal com 795 estudantes de medicina do primeiro ano da Universidade Soochow na China, de outubro de 2024 a novembro de 2024, utilizando um questionário eletrônico. Os instrumentos utilizados foram a Escala de Depressão, Ansiedade e Estresse-21 (DASS-21), a Escala Genérica de Phubbing (GSP) e o Questionário de Atividade Sedentária na Adolescência (ASAQ). Resultados Os achados indicam que o phubbing e o comportamento sedentário dos estudantes de medicina do primeiro ano afetam positivamente sua depressão, ansiedade e estresse (r = 0.120 ~ 0.815, ambos p < 0.01), e o phubbing impacta positivamente o comportamento sedentário dos estudantes de medicina (r = 0.128, p < 0.01). Além disso, o comportamento sedentário atua como um mediador significativo entre phubbing e depressão, ansiedade e estresse. O efeito indireto contribui com 1.9%~2.5% do efeito total. Conclusão Esses achados indicam que reduzir a depressão, ansiedade e estresse em estudantes de medicina do primeiro ano pode ser alcançado não apenas por meio de melhorias diretas no phubbing, mas também pelos efeitos indiretos da redução do comportamento sedentário.
Peng et al. (Mon,) estudaram essa questão.