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Investigamos o efeito da fibronectina (Fn) plasmática na ligação e fagocitose de eritrócitos ovinos (E) por monócitos de sangue periférico humano. E não opsonizados não foram fagocitados na ausência ou presença de Fn, mas a Fn melhorou a fagocitose de E que apresentavam IgG. Eritrócitos ovinos sensibilizados com IgM e C3b foram ingeridos apenas quando os monócitos foram expostos à Fn. O aumento da fagocitose promovido pela Fn ocorreu tanto para monócitos em fase fluida quanto para monócitos aderidos ao vidro. Experimentos nos quais a Fn foi lavada antes da mistura dos monócitos com E opsonizados demonstraram que o efeito da Fn ocorreu devido à interação com os monócitos e não com as partículas opsonizadas. A cromatografia da Fn em Biogel A 1.5m mostrou que a atividade que melhora a fagocitose co-cromatografou exatamente com a proteína Fn. A Fn não aumentou o número de receptores de membrana de monócitos para o fragmento Fc de IgG monomérica. Concluímos que a Fn melhora a fagocitose dos monócitos, não ligando-se a partículas como um opsonina convencional, mas estimulando os monócitos a ingerir partículas já opsonizadas de forma mais ávida.
Pommier et al. (Quarta-feira,) estudaram essa questão.
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