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Um tirano mesquinho é definido como aquele que exerce seu poder sobre os outros. Trabalhos empíricos preliminares sugerem que comportamentos tirânicos incluem arbitrariedade e autoengrandecimento, menosprezo aos outros, falta de consideração, um estilo coercitivo de resolução de conflitos, desencorajamento de iniciativas e punição não contingente. Um modelo dos antecedentes da gestão tirânica e os efeitos da tirania sobre os subordinados é apresentado. Argumenta-se que a tirania mesquinha é o produto das interações entre predisposições individuais (crenças sobre a organização, subordinados e sobre si mesmo, e preferências de ação) e facilitadores situacionais (valores e normas institucionalizados, poder e estressores). A gestão tirânica é considerada como causadora de baixa autoestima, desempenho, coesão do grupo de trabalho e endosse de líderes, e alta frustração, estresse, reação, impotência e alienação no trabalho entre subordinados. Argumenta-se ainda que esses efeitos podem desencadear um círculo vicioso que sustenta o comportamento tirânico. Implicações para a pesquisa são discutidas.
Blake E. Ashforth (Sex,) estudou esta questão.