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A terapia com células T com receptor de antígeno quimérico (CAR) direcionada ao CD19 transformou o cenário de tratamento para a leucemia linfoblástica aguda (B-ALL) B celular em recaída/refratária (r/r), oferecendo aos pacientes com opções limitadas uma chance significativa de remissão. No entanto, apesar das impressionantes taxas de resposta inicial, entre 30% e 80% dos pacientes acabam experimentando recaídas positivas para CD19, destacando uma necessidade crítica não atendida: entender por que alguns pacientes alcançam remissões duráveis enquanto outros não.
Wang et al. (Qua,) estudaram essa questão.
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