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A área de patrimônio virtual há muito se concentra na geração de reconstruções digitais de artefatos e sites históricos ou arqueológicos com fidelidade suficiente para serem representações verdadeiramente precisas de seus equivalentes no mundo real. Em alguns casos, o avanço de ferramentas e técnicas para alcançar um realismo visual maior desviou a atenção do desenvolvimento de outras direções que melhoram a experiência virtual, como interatividade, som ou toque. As tendências recentes na área de renderização não fotorrealista mudam o foco para o desenvolvimento de ambientes mais "críveis", mantendo a precisão e validade dos dados visualizados, que é significativo para a pesquisa arqueológica. Neste artigo, argumentamos que é importante aprimorar a percepção de realismo, alcançada tanto por meio de abordagens de visualização fotorrealistas quanto não fotorrealistas, com interatividade. Isso é ilustrado por dois projetos de exemplo que desenvolvem ambientes virtuais protótipo criados para especialistas e usuários novatos.
Ρούσσου et al. (Qua,) estudaram esta questão.