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Motoristas em estados emocionais negativos, como raiva ou tristeza, tendem a ter um desempenho ruim na condução, diminuindo a segurança geral nas estradas para todos os usuários. No entanto, os recentes avanços em computação afetiva permitem a detecção desses estados e nos fornecem ferramentas para lidar com os problemas conectados às interfaces de usuário automotivas. Vemos potencial na construção de um sistema que reaja a estados potencialmente perigosos do motorista e influencie o motorista a dirigir de forma mais segura. Comparamos diferentes abordagens de interação para uma interface automotiva afetiva, a saber, Luz Ambiente, Notificação Visual, um Assistente de Voz e um Assistente Empático. Os resultados de um estudo em simulador com 60 participantes (30 cada com tristeza/raiva induzida) indicam que um assistente de voz emocional com a capacidade de empatizar com o usuário é a abordagem mais promissora, pois melhora melhor os estados negativos e é avaliado de forma mais positiva. Dados qualitativos também mostram que os usuários preferem um assistente empático, mas também reprovam um potencial paternalismo. Isso nos leva a sugerir que assistentes digitais são uma plataforma valiosa para melhorar as emoções dos motoristas em ambientes automotivos e, assim, possibilitar uma condução mais segura.
Braun et al. (Mon,) estudaram essa questão.
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