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Durante a década de 1990, o discurso popular mudou para o que alguns poderiam considerar uma retórica "pró-menina". Ao mesmo tempo, tanto na academia quanto entre ativistas feministas, as mulheres começaram a falar sobre uma mudança na consciência feminista. Dessa forma intelectual e ativa de feminismo surgiu um dos muitos movimentos feministas jovens, Riot Grrrl. Enquanto esse movimento pode ter defendido que as meninas fossem poderosas, esse impulso era muito diferente da ideia de girl power sendo popularizada pela mídia. Este artigo examina a noção de empoderamento à medida que se relaciona com a agência feminista. Baseando-se em ideias teóricas tanto da economia política quanto do feminismo, este artigo utiliza a mercantilização como um ponto de entrada para examinar a retórica pró-menina como é articulada em discursos populares e feministas. Como este artigo sugere, a mercantilização demonstra como nem toda retórica pró-menina oferece uma oportunidade para que as meninas transcendam o consumo individual e promovam mudanças coletivas nas relações sociais.
Ellen Riordan (Sun,) estudou essa questão.
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