A filosofia do processo oferece uma base metafísica para os estudos sobre domesticação. Essa fundamentação é especialmente importante, dada a origem colonialista europeia do termo ‘domesticação’ e o projeto cultural do século XIX. Exploramos o potencial da arqueologia de processos para a investigação de longo prazo das relações de domesticação, chamando atenção para o ritmo variável da domesticação como um processo contínuo dentro e entre os táxons; a natureza dos ‘síndromes’ e ‘caminhos’ da domesticação como hipóteses gerais sobre o processo; a importância da cooperação, bem como da competição entre humanos e outros organismos; a significância da agência não-humana; e a ubiquidade de comunidades híbridas que resistem à simples dicotomia selvagem/doméstica.
Frantz et al. (Sexta-feira,) estudaram essa questão.