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Propondo um mecanismo para o crescimento tumoral que enfatiza o papel da regulação homeostática e da estabilidade do tecido. Mostramos que a competição entre efeitos de superfície e de volume leva à existência de um tamanho crítico que deve ser superado pelas metástases para alcançar tamanhos macroscópicos. Essa propriedade pode explicar qualitativamente as distribuições de tamanhos observadas das metástases, enquanto taxas de crescimento independentes do tamanho não conseguem justificar os dados clínicos e experimentais. Além disso, potencialmente explica o crescimento preferencial observado das metástases em superfícies de tecidos e membranas, como as camadas pleural e peritoneal, sugere um mecanismo subjacente à hipótese da semente e do solo introduzida por Stephen Paget em 1889, e fornece valores realistas para a ineficiência metastática. Propomos uma série de experimentos-chave para testar esses conceitos. A pressão homeostática como introduzida neste trabalho poderia constituir uma medida quantitativa, acessível experimentalmente, para o potencial metastático de crescimentos malignos precoces.
Basan et al. (sex,) estudaram essa questão.