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Esta pesquisa estuda empiricamente as percepções de usuários/pacientes e profissionais da saúde em relação à adoção de serviços de chatbot de saúde móvel baseados em IA. O estudo apresenta um modelo unificado de comportamento do consumidor para a adoção de Chatbots, considerando fatores psicossociais, tecnológicos e de saúde relacionados ao usuário, bem como a confiança, baseando-se na teoria do TAM Estendido, na propensão a confiar na tecnologia e na saúde, e no modelo de crenças. O modelo conceitual causal hipotetizado foi validado usando “PLS-SEM” com 265 respostas. Os resultados confirmaram que a “utilidade percebida (PU)” e a “facilidade de uso percebida (PEOU)”, a “influência social”, a “privacidade” e as “condições facilitadoras” são antecedentes salientes das crenças de confiança. Outras crenças de confiança e crenças de saúde, medidas por meio de benefícios percebidos e barreiras percebidas, são preditores diretos da intenção de adoção em relação aos chatbots de saúde. A propensão a confiar, o risco de segurança e crenças de saúde como gravidade percebida e suscetibilidade percebida têm um impacto insignificante na adoção de chatbots de saúde. O modelo proposto, integrativo e psicossocial-tecnológico-sanitário baseado em confiança, é um modelo teórico. Os dados empíricos dos stakeholders do departamento de saúde, incluindo funcionários governamentais, foram portanto testados.
Patil et al. (Sex,) estudaram essa questão.