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Este artigo investiga atitudes em relação à busca de tratamento de saúde mental em uma amostra epidemiológica nacional. Adultos jovens relataram as atitudes mais negativas, em comparação com adultos mais velhos. Os homens relataram atitudes mais negativas, em comparação com as mulheres, um achado consistente em adultos jovens. A diferença de gênero não foi consistente entre latinos e afro-americanos. Embora os afro-americanos tenham relatado atitudes mais positivas do que os anglos, esse efeito não foi observado em adultos jovens. Os latinos relataram atitudes semelhantes em relação ao tratamento de saúde mental, em comparação com os anglos, um achado consistente em adultos jovens. Os resultados mostram que as atitudes em relação ao tratamento de saúde mental em homens jovens são as mais negativas entre todos os grupos. Latinos e afro-americanos não necessariamente demonstram atitudes mais negativas em relação ao tratamento de saúde mental do que os anglos. Diferenças dentro de grupos em minorias étnicas/raciais podem não ser semelhantes às diferenças observadas em populações anglos.
Gonzalez et al. (Sáb,) estudaram essa questão.