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Resumo Vários países europeus estão experimentando um aumento no voto da classe trabalhadora e da maioria étnica em favor da extrema-direita ultra-nacionalista. A situação parece particularmente ameaçadora na Sérvia, onde a extrema-direita está desfrutando de um ressurgimento de apoio eleitoral, chegando perto de conquistar a presidência em 2004. Este estudo analisa os resultados de cinco eleições pós-Milosevic e encontra apoio para o argumento de que a vulnerabilidade econômica da maioria e a sensação de ‘ameaça étnica’ são os principais preditores contextuais do apoio à extrema-direita. À luz da capacidade demonstrada da extrema-direita sérvia de mobilizar seções economicamente vulneráveis da população, a implementação de reformas econômicas neoliberais pode, inadvertidamente, levá-los ao poder. A manutenção e o desenvolvimento do estado de bem-estar social podem contrabalançar o apelo eleitoral de ultra-nacionalistas autoritários.
Djordje Stefanović (Mon,) estudou esta questão.
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