Resumo O modelo de amor romântico da "busca de significado" de Kruglanski supõe ser funcionalista. Mas ele explica apenas uma emoção positiva (se apaixonar) como uma forma de sentir outra emoção positiva (sentir-se significativo), sem explicar por que a segunda deveria ser considerada mais fundamental ou importante do que a primeira. Evolutivamente, o modelo não faz sentido e, mesmo descritivamente, parece incoerente.
Brendan Paul Zietsch (Qui,) estudou esta questão.