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Usando uma amostra de 114 quasares com emissão de rádio forte observados com o Observatório Einstein, os autores estudam a dependência conjunta da luminosidade em raios-X em relação às luminosidades de rádio e óptica. Ao comparar esses resultados com os obtidos de uma grande amostra de quasares com emissão de rádio fraca, os autores confirmam que quasares com emissão de rádio forte são, em média, mais luminosos em raios-X (para uma dada luminosidade óptica) do que quasares com emissão de rádio fraca. Uma análise estatística detalhada da amostra de quasares com emissão de rádio forte é apresentada. Os dados são consistentes com quasares com emissão de rádio forte possuindo um componente físico, não relacionado diretamente à luminosidade óptica, que produz a luminosidade de rádio do núcleo mais uma emissão "extra" em raios-X. Este componente extra dominaria o fluxo de raios-X observado na maioria dos quasares com emissão de rádio forte com espectros de rádio planos.
Worrall et al. (Sun,) estudaram essa questão.