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Examina criticamente a maior parte da pesquisa transcultural envolvendo os construtos de individualismo e coletivismo. Destaca algumas das principais deficiências conceituais e metodológicas na utilização desses construtos e a necessidade de refinamento e síntese na definição e medição. Sugere uma estratégia de pesquisa que integra descobertas empíricas anteriores em uma abordagem orientada por teoria. Propõe a análise fatorial confirmatória de múltiplos grupos como uma técnica para confirmar uma estrutura fatorial 2-2 para individualismo e coletivismo e para testar a equivalência de suas medidas entre grupos culturalmente diversos.
Azevedo et al. (sex,) estudaram essa questão.