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As informações em 51 encontros gravados entre médicos e pacientes foram comparadas com as informações escritas nos prontuários médicos dos pacientes. Diagnósticos, queixas principais, consultas agendadas, terapias não medicamentosas e estudos diagnósticos foram uniformemente bem registrados. Nomes de medicamentos foram bem registrados, mas as dosagens não. Características do atendimento, como níveis de funcionalidade, causa provável da doença, motivo para acompanhamento e adesão, foram registradas de forma insatisfatória. Os pacientes estavam mais propensos a conhecer e entender seu diagnóstico, assim como os nomes, dosagens e a função pretendida de seus medicamentos quando essas informações estavam escritas no prontuário do que quando não estavam. Esses achados indicam uma relação entre a qualidade dos prontuários médicos e a eficácia do atendimento.
Zuckerman et al. (Mon,) estudaram essa questão.