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Pesquisas experimentais examinando o conceito clínico de transferência (S. Freud, 1912/1958; H. S. Sullivan, 1953) usando um modelo social-cognitivo demonstraram que representações mentais de pessoas significativas são armazenadas na memória e podem ser ativadas e aplicadas em novos encontros sociais, com consequências para cognição, avaliação, afeto, motivação, expectativas e autoavaliações (S. M. Andersen, I. Reznik, & S. Chen, 1997). Esses achados constituem uma demonstração empírica de transferência nas relações sociais cotidianas e sugerem que a transferência é um processo normal, não patológico, ocorrendo tanto dentro quanto fora da psicoterapia, seguindo regras básicas de processamento de informações sociais. Neste artigo, são discutidas as implicações clínicas dessa pesquisa, incluindo como o conteúdo versus processo da transferência pode contribuir para respostas maladaptativas de transferência e o potencial valor de identificar sinais desencadeadores na transferência na vida real e na terapia, para promover respostas mais adaptativas.
Andersen et al. (Sun,) estudaram essa questão.
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