Key points are not available for this paper at this time.
CONTEXTO: O país tem uma ampla oferta de programas de hospício e, através do Medicare, Medicaid ou planos de saúde patrocinados por empregadores, a maioria das pessoas tem quase plena cobertura para cuidados de hospício. No entanto, menos de um terço das pessoas em fase terminal utiliza cuidados de hospício. Pouco se sabe sobre o que impede os médicos de encaminhar para cuidados de hospício e quão efetivos os hospícios são em se conectar com os médicos para gerar referências. MÉTODOS: Em 1999, realizamos entrevistas profundas por telefone com 30 especialistas em cuidados de hospício em todo o país e fizemos visitas a quatro programas de hospício diferentes. RESULTADOS: Os entrevistados identificaram inúmeras barreiras ao acesso aos cuidados de hospício que são complexas e muitas vezes se sobrepõem. Algumas barreiras estão relacionadas a médicos e outros profissionais de saúde, como a dificuldade em aceitar a morte e a falta de educação em cuidados de fim de vida. Outras barreiras são resultado de desinformação de pacientes/famílias e aspectos do sistema de hospício que limitam o número e os tipos de pacientes considerados adequados para cuidados de hospício. Fatores que facilitam as referências a hospícios (que chamamos de facilitadores) também são numerosos e incluem esforços ativos dos hospícios para educar e se conectar com médicos e consumidores, assim como os estilos de prática dos médicos. CONCLUSÕES: A pesquisa forneceu uma validação poderosa das tendências que os provedores de hospício e cuidados paliativos nas linhas de frente têm descrito anedoticamente por vários anos. Em última análise, essa informação poderia ser usada para desenvolver um conjunto de ferramentas para hospícios e organizações de cuidados paliativos para auxiliar no marketing e no alcance aos médicos.
Friedman et al. (Fri,) estudaram esta questão.