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Devido a eventos internacionais, como a declaração dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, os países começaram a desenvolver suas estratégias nacionais para a implementação eficaz da Agenda 2030 com base nessas metas. Este estudo teve como objetivo analisar a relação existente entre a proatividade ambiental e a sustentabilidade dos países e suas respectivas pontuações de Risco País. Para isso, dois indicadores principais foram considerados: (a) o Índice de Desempenho Ambiental, como uma medida da proatividade em sustentabilidade ambiental de um país, e (b) a Pontuação de Risco País, que representa a situação econômica, política e financeira de um país. Dados de 163 países foram utilizados para testar se o Índice de Desempenho Ambiental está relacionado à Pontuação de Risco País, controlando para agrupamentos de países (associações e/ou alianças). Esta análise foi complementada por uma abordagem de regressão usando análise qualitativa comparativa de conjuntos fuzzy para identificar a combinação de condições que leva a uma alta ou baixa Pontuação de Risco País. Os resultados mostraram que o Índice de Desempenho Ambiental é um bom preditor da Pontuação de Risco País. Em particular, o componente de Saúde Ambiental do Índice de Desempenho Ambiental se destacou como sendo mais adequado. No entanto, a análise complementar revelou o papel importante da Vitalidade do Ecossistema. Além disso, a análise confirmou o efeito moderador dos agrupamentos de países. No geral, as pontuações do Índice de Desempenho Ambiental correlacionam-se com as Pontuações de Risco País. O Índice de Desempenho Ambiental reflete boas práticas de governança, que estão relacionadas àquelas avaliadas pela Pontuação de Risco País.
Peiró‐Signes et al. (Qua,) estudaram esta questão.