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Este estudo examina o efeito da mudança política interna na votação da Assembleia Geral das Nações Unidas (AGNU). Argumentamos que a mudança na política externa é mais provável quando um novo líder—aquele que depende de diferentes grupos sociais para apoio do que seu predecessor—assume o poder. Em seguida, examinamos a extensão em que o contexto institucional doméstico—em particular, a democracia—molda esse processo. Testamos nossas hipóteses usando uma nova medida dos padrões de votação da AGNU e novos dados sobre mudanças nas coalizões de apoio dos líderes. Constatamos que a mudança na base de apoio social dos líderes leva a uma mudança na votação da ONU, especialmente em não democracias. Este estudo dá credibilidade à perspectiva de que a política externa, assim como a política doméstica, pode variar com os interesses particulares que os líderes representam; ele incentiva os estudiosos a se concentrarem menos na mudança de liderança em si e mais nas mudanças nos grupos sociais aos quais os líderes são mais responsáveis. Este estudo também sugere que instituições democráticas inspiram consistência nas políticas não apenas em áreas governadas por tratados e leis internacionais, mas também em áreas da política externa que são mais fáceis de modificar a curto prazo.
Mattes et al. (Sat,) estudaram essa questão.