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Uma nova compreensão dos fatores de risco médicos e cirúrgicos, novos métodos para diagnóstico científico e novas opções farmacológicas para tratamento estão moldando a forma como abordamos a disfunção sexual feminina. Sildenafil (Viagra) e medicamentos similares para tratar queixas de função sexual vieram para ficar, e proporcionarão uma variedade de oportunidades fenomenais, bem como possíveis armadilhas. Um dos papéis principais dos educadores sexuais e terapeutas no novo milênio será ajudar a monitorar e ajustar a aplicação global da farmacoterapia. A questão não é a disponibilidade de medicamentos para tratar queixas sexuais, mas como eles são aplicados. Educadores sexuais e terapeutas serão convocados para se juntar a equipes de médicos e ajudar a fazer diagnósticos abrangentes—não apenas para mulheres, mas também para homens. Chegou a hora de unir forças com os médicos e preencher o vazio em que esses campos existiram. Não se trata de qual abordagem é melhor; trata-se de determinar a melhor abordagem para cada paciente individual e oferecer a eles as melhores, mais eficazes e completas opções de tratamento. Trabalhando juntos e compartilhando nesta nova era de oportunidades, educadores sexuais e terapeutas podem continuar a atender de forma eficaz ao que fazemos de melhor: ajudar os outros a alcançar seu pleno potencial sexual.
Berman et al. (Qua,) estudaram essa questão.
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