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Uma pesquisa nacional investigou os efeitos a longo prazo do internamento durante a Segunda Guerra Mundial na comunicação familiar, preferência étnica, confiança em direitos pessoais e atitudes em relação à reparação entre os japoneses americanos da terceira geração (sansei) que eram bebês ou crianças pequenas durante o internamento. Os resultados foram comparados com os dos sansei não internados, com e sem pais que haviam sido internados. As diferenças entre sansei internados e não internados foram encontradas principalmente na comunicação familiar e na distância familiar.
Nagata et al. (Fri,) estudaram essa questão.
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