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Este artigo revisa a origem, uso, eficácia protetora e impacto na saúde pública das vacinas BCG. O problema de avaliar sua eficácia é discutido com referência a várias hipóteses que foram propostas para explicar as estimativas divergentes obtidas em estudos realizados em diferentes regiões do mundo. Conclui-se que, apesar da aparente variação na eficácia protetora, o uso extensivo das vacinas BCG (mais de três bilhões de doses em todo o mundo em quatro décadas) significa que elas tiveram um impacto substancial na tuberculose e na hanseníase. O problema de explicar a proteção variável da BCG permanece sem solução, mas é de grande importância, devido à escala do uso da BCG e ao esforço atual para desenvolver vacinas melhoradas contra tuberculose e hanseníase.
Paul Fine (Sex,) estudou essa questão.