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OBJETIVOS: Examinar o efeito da religião e espiritualidade no suporte social, funcionamento psicológico e saúde física em adultos mais velhos hospitalizados com doenças médicas. DESENHO: Estudo transversal. LOCAL: Duke University Medical Center. PARTICIPANTES: Uma enfermeira de pesquisa entrevistou 838 pacientes admitidos consecutivamente com 50 anos ou mais em um serviço médico geral. MEDIDAS: As medidas de religião incluíram atividade religiosa organizacional (ARO), atividade religiosa não organizacional, religiosidade intrínseca (RI), religiosidade autoavaliada e religiosidade avaliada por observadores (RAO). As medidas de espiritualidade foram espiritualidade autoavaliada, espiritualidade avaliada por observadores (EAO) e experiências espirituais diárias. Suporte social, sintomas depressivos, estado cognitivo, cooperação e saúde física (autoavaliada e avaliada por observadores) foram as variáveis dependentes. Modelos de regressão controlaram por idade, sexo, raça e educação. RESULTADOS: Religiosidade e espiritualidade previram consistentemente maior suporte social, menos sintomas depressivos, melhor função cognitiva e maior cooperação (P<.01 a P<.0001). As relações com a saúde física foram mais fracas, embora similares em direção. A ARO previu melhor funcionamento físico e saúde avaliada por observadores e doenças menos severas. A RI tende a estar associada a melhor funcionamento físico, e RAO e EAO com doenças menos severas e menor comorbidade médica (todas P<.05). Pacientes que se categorizaram como nem espirituais nem religiosos tenderam a ter pior saúde autoavaliada e avaliada por observadores e maior comorbidade médica. Em contraste, televisão ou rádio religiosos foram associados a pior funcionamento físico e maior comorbidade médica. CONCLUSÃO: Atividades religiosas, atitudes e experiências espirituais são prevalentes em pacientes hospitalizados mais velhos e estão associadas a maior suporte social, melhor saúde psicológica e, até certo ponto, melhor saúde física. A conscientização dessas relações pode melhorar o atendimento médico.
Koenig et al. (Tue,) estudaram esta questão.