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CONTEXTO: A percepção de risco é um importante preditor para mitigar os efeitos das mudanças climáticas, que podem produzir consequências para a saúde mental, como ansiedade e depressão. Para desenvolver políticas de adaptação ao risco climático, a conscientização sobre as atitudes, crenças e percepções do público é essencial. Neste estudo, os pesquisadores tentaram focar nos aspectos psicológicos "invisíveis" das mudanças climáticas. MATERIAIS E MÉTODOS: Uma abordagem qualitativa foi realizada com um método consistente de análise de conteúdo. O estudo consistiu de 33 participantes, incluindo pessoas comuns e especialistas em desastres e mudanças climáticas. A amostragem intencional foi adotada até a saturação dos dados. A coleta de dados foi realizada por meio de entrevistas aprofundadas e semiestruturadas. Todas as entrevistas foram transcritas após serem ouvidas repetidamente e lidas várias vezes para captar uma compreensão geral das entrevistas. RESULTADOS: O principal tema do estudo foi "A natureza complexa da percepção de risco das mudanças climáticas" e categorias relacionadas, incluindo "a dimensão da saúde mental," "a dimensão cognitiva" e "interação dos componentes impostos." A estrutura da comunidade de pesquisa refletiu fortemente os efeitos de fatores culturais e religiosos em todos os aspectos da vida comunitária. As experiências de vida dos participantes em eventos extremos estavam associadas à sua percepção das mudanças climáticas. CONCLUSÕES: A percepção de risco é multifatorial e complicada e deve ser claramente entendida para melhorar a participação da comunidade na gestão dos riscos relacionados às mudanças climáticas. Propomos que as autoridades e gerentes relacionados prestem atenção a isso como uma prioridade. Isso pode auxiliar no desenvolvimento de pesquisas sobre práticas de saúde mental pública.
Farrokhi et al. (Wed,) estudaram essa questão.