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OBJETIVO: O objetivo deste estudo foi avaliar a eficácia do gasto em saúde entre as principais economias asiáticas. MÉTODOS: Selecionamos um total de nove nações asiáticas, com base na força de sua produção econômica e nas taxas de crescimento do PIB real a longo prazo. Os membros da OCDE incluíram o Japão e a República da Coreia, enquanto as sete nações não pertencentes à OCDE foram China, Índia, Indonésia, Malásia, Paquistão, Filipinas e Tailândia. A eficiência dos sistemas de saúde foi analisada no período de 1996 a 2017. Para avaliar a eficácia do gasto em saúde de cada grupo de países, foi utilizado o modelo de efeitos fixos de duas vias (efeitos por país e por ano). RESULTADOS: A qualidade da governança e os gastos atuais em saúde determinam o desempenho do sistema de saúde. A densidade populacional e a urbanização estão positivamente associadas à expectativa de vida saudável nos países asiáticos não pertencentes à OCDE. Neste grupo, o consumo de água não tratada tem um efeito negativo estatisticamente significativo sobre a expectativa de vida saudável. Curiosamente, apenas o consumo per capita de carboidratos está significativamente ligado à expectativa de vida saudável. Nos países asiáticos não pertencentes à OCDE, o consumo de água não tratada e as emissões per capita de dióxido de carbono aumentam a mortalidade infantil. Existe uma forte associação negativa entre o PIB per capita e a mortalidade infantil em ambas as subamostras, embora seu impacto seja muito maior no grupo da OCDE. No Japão e na Coreia do Sul, o desemprego está negativamente associado à mortalidade infantil. CONCLUSÃO: O Japão se destacou em relação aos outros países da amostra em indicadores principais de desempenho em saúde, enquanto a Coreia do Sul ocupa o segundo lugar. A única exceção são as emissões per capita de dióxido de carbono, que apresentam valores máximos na República da Coreia e no Japão. Os resultados das nações não pertencentes à OCDE foram liderados pela China, como a maior economia. Este grupo foi caracterizado por uma melhoria substancial na eficiência do gasto em saúde desde a metade da década de 1990. No entanto, o progresso foi notado com notável heterogeneidade dentro do grupo.
Jakovljević et al. (Qui,) estudaram essa questão.
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