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Todo organismo vivo na superfície da terra está exposto à fração ultravioleta (UV) da luz solar. Esta energia eletromagnética tem efeitos tanto benéficos quanto prejudiciais à vida. A radiação UV pode danificar o DNA e, assim, mutagênico vários genes envolvidos no desenvolvimento do câncer de pele. A presença da assinatura típica de mutações induzidas por UV nesses genes indica que a parte ultravioleta-B da luz solar é responsável pela evolução da carcinogênese cutânea. Durante esse processo, ocorrem alterações variáveis nas vias de sinalização oncogênicas, supressoras de tumores e de controle do ciclo celular. Essas vias incluem (a) PTCH mutado (na via mitogênica Sonic Hedgehog) e gene supressor de tumor p53 mutado em carcinomas basocelulares, (b) uma via mitogênica ras ativada e p53 mutado em carcinomas espinocelulares, e (c) uma via ras ativada, p16 inativo e supressores de tumor p53 em melanomas. Esta revisão apresenta informações de fundo sobre a óptica da pele, radiação UV e eventos moleculares envolvidos na fotocarcinogênese.
Mahmoud R. Hussein (Terça-feira,) estudou essa questão.