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No presente estudo ultraestrutural no rato, foi determinado se o GABA estava presente em projeções descendentes da formação reticular ventromedial do tronco encefálico inferior para grupos celulares motoneurônios na medula espinhal lombar. Para esse propósito, o transporte anterógrado de WGA-HRP foi combinado com a técnica de imunogold pós-inclusão para GABA, com a vantagem de que ambos os marcadores poderiam ser visualizados simultaneamente em um único terminal. Em 4 ratos, WGA-HRP foi injetado na parte ventromedial da formação reticular do tronco encefálico em níveis entre a oliva inferior rostral e a parte caudal do núcleo facial. Seções vibratômicas foram cortadas da medula espinhal lombar, reagidas para WGA-HRP e processadas para microscopia eletrônica. Seções ultrafinas contendo os grupos celulares motoneurônios laterais foram cortadas e tratadas seguindo a técnica de imunogold usando um anticorpo policlonal direcionado contra GABA. Foi encontrado que quase 40% dos perfis terminais que foram marcados com produtos de reação de WGA-HRP da formação reticular ventromedial do tronco encefálico também estavam marcados para GABA (duplamente marcados). A maioria dos terminais duplamente marcados (81%) eram do tipo F (contendo muitas vesículas achatadas), 12% eram do tipo G (contendo muitas vesículas granulares) e 7% eram do tipo S (contendo muitas vesículas esféricas). A maioria dos terminais duplamente marcados contatou dendritos proximais. Argumenta-se que a projeção GABAérgica descendente produz um efeito inibitório geral nos motoneurônios espinhais, contrapondo-se à facilitação geral produzida pela projeção serotoninérgica derivada da mesma área do tronco encefálico. (RESUMO TRUNCADO EM 250 PALAVRAS)
J.C. Holstege (Terça,) estudou essa questão.
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