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O Professor Titmuss, um eminente teórico social inglês, acredita que o homem é inerentemente altruísta e que o dever do governo é criar um clima social e econômico que melhor canalize o impulso do homem para trabalhar em conjunto pelo bem comum. Em apoio a essa crença, ele escreveu um livro sobre a obtenção, distribuição e transfusão de sangue humano, um tópico médico que ele utiliza como um microcosmo social e econômico ilustrativo. A conclusão que ele chega é previsível: "O sistema socializado voluntário na Grã-Bretanha é economicamente, profissionalmente, administrativamente e qualitativamente mais eficiente do que o sistema americano misto, comercializado e individualista" (Titmuss, R.M: "Por que Dar a Estranhos?" Lancet 1:123-125, 1971). Assim como o livro foi escrito com um viés, também será lido com viés. Meu próprio viés é o de um americano e um banqueiro de sangue. Estou muito consciente de muitas deficiências no complexo de arranjos americano—não é
Frances K. Widmann (Mon,) estudou essa questão.