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Fatores de risco para o início do consumo de cigarros foram examinados em 2 coortes consecutivas de adolescentes (N = 1.901). Os alunos da Coorte 1 foram acompanhados ao longo de 4 anos, do 9º ao 12º ano; aqueles da Coorte 2 foram acompanhados ao longo de 3 anos, do 9º ao 11º ano. Entre as meninas sem histórico de tabagismo na linha de base, aquelas com mais amigas que fumavam na linha de base (p < .001) e aquelas com pontuações de sociabilidade mais altas (p < .05) tiveram uma probabilidade significativamente maior de ter experimentado fumar durante o intervalo do estudo. Entre os meninos sem histórico de tabagismo na linha de base, aqueles com mais amigos que fumavam na linha de base (p < .05) e aqueles com pontuações de sintomas de depressão mais altas (p < .01) também tiveram uma probabilidade significativamente maior de ter experimentado fumar durante o intervalo do estudo. Os dados sugerem que pesquisas futuras são necessárias para examinar possíveis diferenças de gênero que podem ter implicações para a próxima geração de programas de prevenção ao tabagismo.
Killen et al. (Quarta,) estudaram essa questão.