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FUNDAMENTOS/OBJETIVOS: As membranas basilares glomerulares (MBG) e as membranas basilares tubulares (MBT) consistem em uma fina rede composta principalmente por colágeno tipo IV. Cada segmento de tubos possui funções fisiológicas especializadas e, assim, investigamos a ultraestrutura de várias membranas basilares nos rins de ratas. MÉTODOS: Uma vez que a purificação das membranas basilares de diferentes segmentos de túbulos é desafiadora do ponto de vista técnico, utilizamos coloração negativa de tecido em vez da coloração negativa convencional para comparar as ultraestruturas da MBT e MBG proximal e distal em ratas normais. Também avaliamos a distribuição de componentes da matriz extracelular, incluindo colágeno tipo IV, laminina, proteoglicano de sulfato de heparano e fibronectina nas membranas basilares por meio de imuno-histoquímica. RESULTADOS: As MBT e MBG de ratas normais apresentaram uma estrutura de fina rede composta por fibrilas formando pequenos poros redondos a ovoides. Os diâmetros dos poros curtos e longos nos túbulos proximais foram 3,3 +/- 0,5 e 3,9 +/- 0,6 nm, respectivamente, e nos túbulos distais 3,5 +/- 0,7 e 4,3 +/- 0,8 nm, respectivamente. Para a MBG, os diâmetros respectivos foram 2,5 +/- 0,5 e 3,0 +/- 0,5 nm. A análise imuno-histoquímica não mostrou diferença significativa na distribuição dos componentes da matriz extracelular entre a MBT proximal e distal. No entanto, os escores de imuno-fluorescência da cadeia alfa1 do colágeno tipo IV, fibronectina e laminina foram maiores na MBT do que na MBG. Por outro lado, o proteoglicano de sulfato de heparano foi maior na MBG. CONCLUSÃO: As diferenças ultraestruturais nas membranas basilares renais podem estar relacionadas a diferenças na função fisiológica em cada segmento.
Ogawa et al. (Fri,) estudaram esta questão.
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