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Esta análise não é um lamento sobre a falta de clareza do conceito de alienação, nem uma proposta para novas distinções conceituais. Observando a redescoberta da alienação na década de 1950 e sua proeminência político-prática e intelectual-analítica na década de 1960, levanta-se a questão: A ideia de alienação agora (como a dissonância cognitiva e o autoritarismo na psicologia) é uma moda ultrapassada cuja utilidade analítica se mostrou insuficiente? Pelo contrário, desenvolve-se um argumento para a visão de que a teorização contemporânea considera as dimensões clássicas (se não o nome) da alienação essenciais tanto nas micro quanto nas macroanálises. A documentação deste argumento envolve exemplos de perspectivas amplamente variadas (por exemplo, marxistas; teóricos da aprendizagem; interacionistas simbólicos), abordando domínios de experiência diversificados (por exemplo, saúde, trabalho e comportamento coletivo), empregando as várias variedades de alienação (impotência, falta de sentido, sensação de isolamento social vs. comunidade, etc.). A importância dessa contínua proeminência de construtos de alienação (ou semelhantes à alienação), tanto na psicologia quanto na sociologia, é avaliada.
Melvin Seeman (qui,) estudou esta questão.