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Os níveis de atividade de duas populações de vítimas de quedas (em casa e em uma instituição) foram estudados antes e 6 meses após uma queda aparentemente menor, em comparação com um grupo controle. As vítimas de quedas apresentaram um nível de atividade inferior ao dos controles. Elas caminhavam menos em ambientes fechados e tinham mais dificuldade para sair. Essas diferenças podem ser consideradas fatores preditivos para quedas. Também foi observado que as quedas resultaram em uma restrição da atividade e parecem ser um fator que agrava e acelera os efeitos do envelhecimento.
Vellas et al. (Qui,) estudaram essa questão.