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Resumo Com base na teoria intergrupal, este estudo examinou as relações entre características do grupo (racioetnia, gênero e nível), características da unidade organizacional contextual (heterogeneidade de gênero e racioétnica, apoio de recursos para mulheres e minorias racioétnicas) e percepções do clima de diversidade por docentes de uma grande universidade. Em comparação com homens brancos, mulheres brancas e minorias racioétnicas atribuíram maior valor aos esforços do empregador para promover a diversidade e tiveram atitudes mais favoráveis sobre as qualificações de mulheres e minorias racioétnicas. O estudo descobriu que as características do grupo, em vez das características da unidade organizacional contextual, estavam mais fortemente relacionadas ao clima de diversidade. No entanto, a característica da unidade organizacional, a heterogeneidade de gênero, estava significativamente relacionada à valorização da diversidade. Quanto maior a proporção de mulheres em uma unidade, independentemente do gênero, racioetnia ou nível dos respondentes, mais favoravelmente as atividades de diversidade eram vistas. Além disso, unidades cuja alocação de recursos para minorias racioéticas era percebida como insuficiente pelos respondentes eram mais propensas a ter membros que valorizavam a diversidade e tinham percepções favoráveis em relação às qualificações de minorias racioétnicas. Implicações para organizações e pesquisa futura são apresentadas.
Kossek et al. (Sex,) estudaram esta questão.
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