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A produção de discursos pelos candidatos nas primárias presidenciais de 1992 foi mediada por jornalistas de televisão mais do que nunca. O resultado dessa substituição virtual da oratória da campanha pela retórica muito diferente da imprensa eletrônica é uma desvalorização completa da oratória para os telespectadores, para os quais esses discursos não desempenham nenhuma de suas funções clássicas. A expressão verbal do candidato torna-se irrelevante, apesar de transmitir muitas coisas importantes, desde propostas detalhadas até facetas da personalidade que mais tarde provam seu valor em indicação do contexto do discurso. Este estudo examina essas manifestações na cobertura da campanha no noticiário da noite pela ABC, CBS e NBC, com breves comparações com a C-SPAN, durante a temporada das primárias de 1992.
Kathleen E. Kendall (Mon,) estudou esta questão.