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O anticorpo monoclonal (F 10-44-2) descrito neste relatório reconhece um antígeno que, por análise de absorção quantitativa, é encontrado predominantemente no baço, linfonodo, medula óssea, timo, granulócitos e cérebro, a quantidade de antígeno nesses tecidos sendo aproximadamente a mesma dentro de um fator de 2 ou 3. A análise com o citômetro de fluxo mostrou que 29% das células do timo, 61% das células da medula óssea, 95% das células mononucleares do sangue, 98% dos linfócitos de linfonodo e 100% dos granulócitos apresentavam o antígeno. Com células mononucleares do sangue e linfócitos de linfonodo, houve dois picos distintos, com um pico rotulando de maneira muito fraca. Experimentos de dupla marcação estabeleceram que o pico rotulado fraca mente continha os linfócitos B. Estudos em seções congeladas de timo estabeleceram que timócitos positivos foram encontrados apenas na medula, indicando que o antígeno aparece tardiamente na maturação dos linfócitos T. Os nódulos linfáticos (áreas de linfócitos B) do baço e linfonodo apareceram virtualmente negativos em seções congeladas, mostrando que havia muito pouco antígeno na superfície dos linfócitos B para detecção confiante por microscopia de fluorescência. A eletroforese em gel de poliacrilamida com dodecil sulfato de sódio de células mononucleares do sangue marcadas com NaB3H4 estabeleceu que o antígeno era uma glicoproteína majoritária da membrana dos leucócitos e que seu peso molecular era 105000. Este antígeno mostra uma semelhança notável em bioquímica e distribuição tecidual com o antígeno W 3/13 do rato e é provável que seja o homólogo humano deste antígeno.
Dalchau et al. (Wed,) estudaram esta questão.