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Resumo Noventa e seis idosos foram identificados como provavelmente sofrendo de depressão generalizada ao serem triados em uma população enumerada a domicílio na Gospel Oak Ward, em Londres. Eles foram avaliados por meio do GMS‐AGECAT e, em seguida, alocados aleatoriamente para a intervenção de gestão por enfermeiro comunitário ou para o atendimento normal de um médico geral local. Houve dificuldades em implementar as mudanças recomendadas no grupo de intervenção, em particular a introdução de medicação antidepressiva e a frequência a centros de dia. Apesar dessas dificuldades, uma avaliação independente realizada 3 meses depois por um entrevistador cego em relação ao status de intervenção descobriu que o grupo que recebeu a intervenção do enfermeiro apresentou pontuações de depressão melhoradas em comparação com os controles. Esse efeito parecia ser maior entre os casos de longa data e não estava associado ao tempo gasto ou ao número de visitas do enfermeiro ao sujeito. Este estudo de intervenção comunitária indica que a depressão em idosos pode ser tratada por intervenções ativas coordenadas e implementadas ao nível da atenção primária.
Blanchard et al. (Sat,) estudaram essa questão.