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OBJETIVO: Reavaliar a prevalência da asma induzida por aspirina e outras questões relacionadas à síndrome. FONTES DE DADOS: Biosis, SciSearch (1990 a março de 2002), Embase (1974 a março de 2002), Medline (1966 a março de 2002), Toxline, Derwent Drug File (1964 a março de 2002), Índice de Trabalhos de Conferências e Inside Conferences, Int'l Pharmaceutical Abstracts, Pharma-Online (1978 a março de 2002). CRITÉRIOS DE SELEÇÃO: Tipo de estudo, população de pacientes e medidas de desfecho. A revisão foi restringida às respostas respiratórias a analgésicos disponíveis sem prescrição. RESULTADOS: A prevalência de asma induzida por aspirina foi maior quando determinada por teste de provocação oral (adultos 21%, intervalo de confiança de 95% 14% a 29%; crianças 5%, 0% a 14%) do que por histórico verbal (adultos 3%, 2% a 4%; crianças 2%, 1% a 3%). A sensibilização cruzada a doses de anti-inflamatórios não esteroides de venda livre estava presente na maioria dos pacientes com asma induzida por aspirina: ibuprofeno, 98%; naproxeno, 100%; e diclofenaco, 93%. A incidência de sensibilização cruzada ao paracetamol entre tais pacientes foi apenas de 7%. CONCLUSÕES: A asma induzida por aspirina em adultos é mais prevalente do que foi sugerido anteriormente. Quando há uma necessidade clínica de usar aspirina ou um anti-inflamatório não esteroide e há incerteza sobre a segurança, deve-se realizar o teste de provocação oral.
Jenkins et al. (Qui,) estudaram essa questão.