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Examinamos a possibilidade da evolução química em ambientes hidrotermais superaquecidos e encontramos a formação de microssferas a 250 graus C e acima, a partir de uma mistura de glicina, alanina, valina e ácido aspártico. As microssferas não se formaram a temperaturas mais baixas e consistiam em silicatos e polímeros semelhantes a peptídeos que continham ligações imida e resíduos de aminoácidos com abundância de valina. Os resultados mostram a possibilidade de estruturas celulares termofílicas, que poderiam ser adotadas pelos organismos extremamente termofílicos, se existirem, relatados por Baross e Deming.
Yanagawa et al. (Quarta,) estudaram esta questão.