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OBJETIVO: Determinar a precisão da ressonância magnética dinâmica por subtração com material de contraste no diagnóstico de tumores mamários não palpáveis. MATERIAIS E MÉTODOS: Cento e quarenta e três pacientes foram submetidos a biópsia cirúrgica de uma lesão mamária não palpável. Suas mamografias mostraram microcalcificações (n = 80), opacidade (n = 52), distorção arquitetônica (n = 10) ou densidade assimétrica (n = 1). Todos os pacientes foram submetidos a um estudo dinâmico por subtração melhorado com ácido gadolínio tetraazacyclododecanotetraacético no pré-operatório. Qualquer melhoria precoce de contraste no parênquima mamário foi considerada patológica. RESULTADOS: Na análise histológica, foram encontrados 27 carcinomas intraductais, 37 carcinomas invasivos e 79 lesões benignas. Estudos dinâmicos de RM mostraram melhoria precoce de contraste em 61 dos 64 cânceres de mama (sensibilidade, 95%) e em 37 das 79 lesões benignas (especificidade, 53%). Dois carcinomas lobulares invasivos e um carcinoma tubular não mostraram melhoria precoce de contraste. CONCLUSÃO: A ressonância magnética dinâmica por subtração pode ser útil para excluir malignidade em tumores mamários não palpáveis.
Gilles et al. (Qua,) estudaram esta questão.