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A sustentabilidade do ambiente construído é uma preocupação cada vez mais proeminente nas discussões acadêmicas e políticas no Reino Unido e na UE. Iniciativas como o Código para Habitações Sustentáveis no Reino Unido foram desenvolvidas para auxiliar na integração dos princípios de sustentabilidade nos desenvolvimentos habitacionais. O foco principal neste campo tem sido amplamente na sustentabilidade ambiental (particularmente na eficiência energética), com menos atenção dada aos fatores sociais e econômicos. Este artigo argumenta que questões de saúde e bem-estar precisam de maior consideração dentro da atual política e desenvolvimentos de habitação sustentável. Três razões principais são apresentadas em apoio a este argumento: (i) Criação de uma maior demanda de mercado; a demanda pública por edifícios sustentáveis poderia ser aprimorada por meio de uma maior promoção dos benefícios para a saúde e bem-estar da habitação sustentável: (ii) Prazo; dada a longevidade dos edifícios, considerações de saúde devem ser de suma importância para evitar quaisquer possíveis efeitos adversos futuros: (iii) Benefícios sociais indiretos; a saúde e o bem-estar aprimorados podem levar a benefícios sociais e econômicos mais amplos, como custos mais baixos com saúde. O artigo então apresenta algumas das descobertas seminais da revisão da literatura sobre saúde e habitação, delineando como essas podem ser usadas para melhorar as políticas e desenvolvimentos de habitação sustentável. O artigo conclui apresentando as próximas etapas da pesquisa.
Prochorskaite et al. (qua,) estudaram essa questão.