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OBJETIVO: Avaliar o efeito do envolvimento de intermediários que foram parceiros de pesquisa em três estudos de intervenção. Os projetos abrangeram quatro setores: manufatura, transporte, setor de serviços e setores de utilidades elétricas. As intervenções foram programas ergonômicos participativos. O estudo tenta aprofundar nossa compreensão da pesquisa colaborativa baseada no local de trabalho entre pesquisadores e organizações intermediárias; analisar essa colaboração em termos de transferência de conhecimento; e aprofundar nossa compreensão dos sucessos e desafios desse processo. PARTICIPANTES: As organizações intermediárias eram associações provinciais de saúde e segurança (HSAs). Elas tinham locais de trabalho como seus clientes e atuaram como links diretos entre os pesquisadores e os locais de trabalho. MÉTODOS: Os dados foram coletados de observações, e-mails, atas de reuniões de pesquisa, e 36 entrevistas qualitativas. Os entrevistados foram gerentes e consultores das associações colaboradoras, 17 representantes de empresas e sete pesquisadores. RESULTADOS: O artigo descreve como as colaborações foram criadas, a estrutura das parcerias, as dificuldades, os benefícios e os desafios tanto para os pesquisadores quanto para os intermediários. A evidência da utilização do conhecimento entre os pesquisadores e as HSAs foi acompanhada como uma medida proxy de impacto desse método colaborativo, também chamado de pesquisa do Modo 2. CONCLUSÃO: Apesar das dificuldades, tanto os pesquisadores quanto os especialistas em saúde e segurança concordaram que os resultados da pesquisa tornaram o processo valioso.
Kramer et al. (Sex,) estudaram esta questão.