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OBJETIVO: Uma coorte de homens e mulheres de meia-idade e mais velhos foi acompanhada por uma média de 5,5 anos para examinar a associação entre condicionamento físico, atividade física e a prevalência de limitação funcional. MÉTODOS: Os participantes receberam avaliações médicas entre 1980 e 1988 e responderam a uma pesquisa enviada pelo correio sobre o estado funcional em 1990. RESULTADOS: Entre 3495 homens e 1175 mulheres com mais de 40 anos de idade na linha de base, 350 (7,5%) relataram pelo menos uma limitação funcional em atividades diárias ou domésticas no acompanhamento. A prevalência de limitação funcional foi maior entre mulheres do que entre homens. Participantes fisicamente aptos e ativos relataram menos limitação funcional do que participantes não aptos ou sedentários. Após controlar a idade e outros fatores de risco, a prevalência de limitação funcional foi menor para homens moderadamente aptos (razão de chances = 0,4, IC 95% = 0,2-0,6) e homens altamente aptos (razão de chances = 0,3, IC 95% = 0,2-0,4), em comparação com homens com baixo condicionamento. Os números correspondentes para mulheres foram 0,5 (0,3-0,7) e 0,3 (0,2-0,5) para mulheres moderadamente aptas e altamente aptas. A associação entre atividade física e limitação funcional foi semelhante aos dados para condicionamento físico. CONCLUSÕES: Esses dados apoiam um efeito protetor do condicionamento físico e da atividade física sobre a limitação funcional entre adultos mais velhos e estendem esse efeito protetor a homens e mulheres de meia-idade.
Huang et al. (Ter,) estudaram essa questão.