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Este estudo utilizou a metodologia LISREL para explorar importantes processos psicológicos no desemprego. A análise é baseada nos dados de correlação de Hepworth (1980) de 77 homens desempregados. Os resultados indicam que a medida em que um homem percebe seu tempo como ocupado ou desocupado afeta seu bem-estar subjetivo e sua saúde mental. Pode haver um período crítico para a adaptação ao desemprego, ocorrendo logo após a perda do emprego. Com o passar do tempo, parece ocorrer um processo recíproco, onde a saúde mental afeta o bem-estar subjetivo e a proporção de tempo ocupado/desocupado. Esses dois processos recíprocos podem ser indicativos de um círculo vicioso do desemprego, resultando em efeitos negativos aumentados com o tempo.
Brenner et al. (Qua,) estudaram essa questão.