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Muitas atividades em pequenos grupos, como equipes de trabalho ou grupos de estudo, têm uma alta dependência das habilidades de cada membro do grupo. Diferenças no nível de habilidade entre os participantes podem afetar não apenas o desempenho de uma equipe, mas também influenciar a interação social de seus membros. Nessas circunstâncias, um membro ativo poderia equilibrar a participação individual sem exercer pressão direta sobre membros específicos, utilizando meios de comunicação indiretos, como comportamentos de olhar. Da mesma forma, neste estudo, avaliamos se um robô social pode equilibrar o nível de participação em um jogo dependente de habilidades linguísticas, jogado por um falante nativo e um aprendiz de segunda língua. Em um estudo entre sujeitos (N = 72), comparamos um comportamento de olhar adaptativo do robô, que foi direcionado para aumentar o nível de contribuição do jogador menos ativo, com um comportamento de olhar não adaptativo. Nossos resultados implicam que, enquanto os níveis gerais de participação na fala foram predominantemente influenciados por traços pessoais dos participantes, o comportamento de olhar adaptativo do robô poderia moldar a interação entre os participantes, levando a uma participação mais equilibrada durante o jogo.
Gillet et al. (Sex,) estudaram essa questão.
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